Em alguns momentos pensamos que pudéssemos resistir a pressão vinda de lados opostos, as quais não percebemos o quão fazíamos mal um ao outro.
A tira retirada da folha do meu caderno encontrei, onde um dia você usou para amarrar um bilhete escrito eu te amo.
Hoje, usando este mesmo caderno encontrei o resto da folha que, de branca, ficou amarela.
Não sei se ela secou como também o que a cor representa, mas para não pensar no passado e aceitar os fatos, eu relato em forma de canção este refrão:
Foi-se com o tempo num passado cinzento e não me lamento - como todo guerreiro eu levanto o meu queixo e não adormeço. Samba.
FOLHA AMARELA
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